Carro de senador colombiano é alvo de ataque a tiros de fuzil

Alexander López Maya Reprodução / Redes Sociais O veículo blindado do senador colombiano Alexander López foi alvo de um ataque a tiros de fuzil. A informação foi divulgada pelo presidente da Colômbia, Gustavo Petro, que afirmou que a ação foi realizada por um grupo armado ligado ao narcotráfico, liderado por "Iván Mordisco" e "Marlon". Por motivos de segurança, o senador havia mudado de carro logo no início do trajeto e se movimentava um pouco mais à frente na via, não sendo atingido. O veículo do prefeito de Santander de Quilichao, que havia partido do mesmo ponto de origem, também foi atacado. De acordo com as informações publicadas pelo presidente, o atentado ocorreu na Rodovia Pan-Americana, a cerca de um quilômetro de distância do local onde o mesmo grupo criminoso realizou um ataque anterior com bombas, que resultou na morte de 21 civis. Petro questionou publicamente a ausência de vigilância das Forças Armadas em um ponto que sofre ataques permanentes e cobrou que a rodovia tenha monitoramento constante, inclusive com capacidade de resposta contra o uso de drones. O ataque acontece há poucos dias do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 31 de maio. Vídeos em alta no g1

May 19, 2026 - 23:30
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Carro de senador colombiano é alvo de ataque a tiros de fuzil

Alexander López Maya Reprodução / Redes Sociais O veículo blindado do senador colombiano Alexander López foi alvo de um ataque a tiros de fuzil. A informação foi divulgada pelo presidente da Colômbia, Gustavo Petro, que afirmou que a ação foi realizada por um grupo armado ligado ao narcotráfico, liderado por "Iván Mordisco" e "Marlon". Por motivos de segurança, o senador havia mudado de carro logo no início do trajeto e se movimentava um pouco mais à frente na via, não sendo atingido. O veículo do prefeito de Santander de Quilichao, que havia partido do mesmo ponto de origem, também foi atacado. De acordo com as informações publicadas pelo presidente, o atentado ocorreu na Rodovia Pan-Americana, a cerca de um quilômetro de distância do local onde o mesmo grupo criminoso realizou um ataque anterior com bombas, que resultou na morte de 21 civis. Petro questionou publicamente a ausência de vigilância das Forças Armadas em um ponto que sofre ataques permanentes e cobrou que a rodovia tenha monitoramento constante, inclusive com capacidade de resposta contra o uso de drones. O ataque acontece há poucos dias do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 31 de maio. Vídeos em alta no g1

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