Comissão do Congresso da Colômbia ordena suspensão do mandato de Gustavo Petro
Gustavo Petro REUTERS/Luisa Gonzalez Uma comissão da Câmara dos Deputados da Colômbia emitiu nesta quarta-feira (10) uma ordem suspendendo o mandado do presidente do país, Gustavo Petro. A comissão alega que Petro cometeu uma "falta grave" por "intervenção na política". ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp ➡️ Ainda não estava claro, até a última atualização desta reportagem, se a ordem tem efeito legal e imediato, mas a imprensa colombiana afirmou que o Legislativo deve derrubar a medida. Segundo o jornal "El Tiempo", a medida é inédita na Colômbia, e, por isso, ainda havia um limbo jurídico em torno dela. A ordem foi assinada e emtida pela presidente da Comissão Legislativa de Investigação e Acusação da Colômbia, Gloria Arizabaleta, rival política de Petro. No documento, Arizabaleta determina que Petro deve ser afastado de suas funções até 21 de junho, data em que acontece o segundo turno das eleições colombianas. Petro apoia Iván Cepeda, um dos dois candidatos que foi ao segundo turno. Cepeda enfretará o ultradireitista Aberlardo de la Espriella, que terminou em 1º lugar no primeiro turno. Quando os resultados foram divulgados, Petro se recusou a aceitá-los, alegando que Cepeda deveria ter ficado na primeira posição. O presidente colombiano ainda não havia se pronunciado sobre a ordem de suspensão até a última atualização desta reportagem. Petro cumpre mandato desde 2022 e deixará o cargo este ano. Agora no g1

Gustavo Petro REUTERS/Luisa Gonzalez Uma comissão da Câmara dos Deputados da Colômbia emitiu nesta quarta-feira (10) uma ordem suspendendo o mandado do presidente do país, Gustavo Petro. A comissão alega que Petro cometeu uma "falta grave" por "intervenção na política". ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp ➡️ Ainda não estava claro, até a última atualização desta reportagem, se a ordem tem efeito legal e imediato, mas a imprensa colombiana afirmou que o Legislativo deve derrubar a medida. Segundo o jornal "El Tiempo", a medida é inédita na Colômbia, e, por isso, ainda havia um limbo jurídico em torno dela. A ordem foi assinada e emtida pela presidente da Comissão Legislativa de Investigação e Acusação da Colômbia, Gloria Arizabaleta, rival política de Petro. No documento, Arizabaleta determina que Petro deve ser afastado de suas funções até 21 de junho, data em que acontece o segundo turno das eleições colombianas. Petro apoia Iván Cepeda, um dos dois candidatos que foi ao segundo turno. Cepeda enfretará o ultradireitista Aberlardo de la Espriella, que terminou em 1º lugar no primeiro turno. Quando os resultados foram divulgados, Petro se recusou a aceitá-los, alegando que Cepeda deveria ter ficado na primeira posição. O presidente colombiano ainda não havia se pronunciado sobre a ordem de suspensão até a última atualização desta reportagem. Petro cumpre mandato desde 2022 e deixará o cargo este ano. Agora no g1
What's Your Reaction?