Fazenda é o segundo órgão com mais home office entre os maiores
Ministério da Fazenda tem 10 mil vínculos de servidores em atuação híbrida ou totalmente remota
O Ministério da Fazenda é o segundo órgão público com mais servidores em teletrabalho dentre as maiores repartições do Poder Executivo, com mais de 5 mil profissionais. Dos mais de 19 mil postos de trabalho, nada menos que 56% — cerca de 10 mil — eram de servidores atuando em alguma modalidade remota em maio deste ano. Seja integralmente em “home office”, ou de maneira híbrida, presencialmente em alguns dias da semana e virtualmente em outros.
A pasta comandada por Dario Durigan só perde para o Ministério da Gestão e Inovação (MGI), com 67%. Lá, dos 6 mil postos de trabalho de servidores (os chamados “vínculos”), nada menos que 4 mil incluem alguma forma de teletrabalho.
Os dados dizem respeito aos “vínculos” porque um mesmo servidor pode trabalhar em mais de um órgão público — uma prática conhecida como “acumulação”. Como um servidor pode ter mais de um vínculo, a quantidade de servidores é um pouco menor que a de vínculos.
No terceiro lugar de teletrabalho, ficou a Advocacia Geral da União (AGU), com 53% de vínculos registrados como serviço híbrido ou totalmente remoto.
O MGI compila dados sobre o regime de trabalho de 212 órgãos da administração direta, fundações e autarquias. A maioria tem menos de 5 mil vínculos. Há apenas 20 órgãos com mais de 5 mil vínculos.
O Ministério da Fazenda engloba os servidores do Tesouro Nacional, da Receita Federal, da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e da administração direta da pasta.
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