Governo Trump aprova execuções por pelotão de fuzilamento como método para pena de morte
Foto de arquivo sem data mostra sala onde injeção letal é aplicada na prisão estadual de San Quentin. A imagem foi fornecida à Reuters pelo Departamento de Correções e Reabilitação da Califórnia em 25 de outubro de 2012. Reuters Os Estados Unidos anunciaram nesta sexta-feira (24) que vão permitir as execuções por pelotão de fuzilamento e que voltarão a aplicar injeções letais em casos de pena de morte no país, além de métodos como asfixia por gás e choque elétrico. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O anúncio foi feito pelo Departamento de Justiça em um comunicado em que diz estar cumprindo uma ordem do presidente dos EUA, Donald Trump, para agilizar e ampliar a aplicação de penas de morte. ➡️ A nova orientação padroniza os tipos de execução, que até então eram utilizados de acordo com cada estado (leia mais abaixo). No caso da injeção letal, o método é um dos previstos no Código Penal dos EUA, um dos 55 países no mundo que adotam a pena capital. No entanto, vários estados haviam pausado a aplicação desse tipo de execução por uma moratória do governo do ex-presidente democrata Joe Biden. O governo Biden acatou uma série de pesquisas que apontavam "dor e sofrimento desnecessários no método". No comunicado desta sexta, o Departamento de Justiça chamou a análise do governo Biden de "profundamente falha". "Essas medidas são cruciais para deter os crimes mais bárbaros, fazer justiça às vítimas e proporcionar um desfecho há muito esperado aos familiares sobreviventes", diz o comunicado. Na prática, a nova determinação do governo Trump será utilizada como um parâmetro, já que a pena de morte é descentralizada nos EUA, e diferentes métodos são permitidos ou proibidos dependendo do estado. Em 2025, por exemplo, um homem foi executado por fuzilamento na Carolina do Sul, em meio à falta de medicamentos para a aplicação da injeção letal. Em 2024, em um caso inédito, o estado do Alabama começou a aplicar a morte por asfixia como alternativa. Esse método, no entanto, também enfrentou denúncias de sofrimento exagerado e poderia ser comparável à tortura, segundo a ONU.

Foto de arquivo sem data mostra sala onde injeção letal é aplicada na prisão estadual de San Quentin. A imagem foi fornecida à Reuters pelo Departamento de Correções e Reabilitação da Califórnia em 25 de outubro de 2012. Reuters Os Estados Unidos anunciaram nesta sexta-feira (24) que vão permitir as execuções por pelotão de fuzilamento e que voltarão a aplicar injeções letais em casos de pena de morte no país, além de métodos como asfixia por gás e choque elétrico. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O anúncio foi feito pelo Departamento de Justiça em um comunicado em que diz estar cumprindo uma ordem do presidente dos EUA, Donald Trump, para agilizar e ampliar a aplicação de penas de morte. ➡️ A nova orientação padroniza os tipos de execução, que até então eram utilizados de acordo com cada estado (leia mais abaixo). No caso da injeção letal, o método é um dos previstos no Código Penal dos EUA, um dos 55 países no mundo que adotam a pena capital. No entanto, vários estados haviam pausado a aplicação desse tipo de execução por uma moratória do governo do ex-presidente democrata Joe Biden. O governo Biden acatou uma série de pesquisas que apontavam "dor e sofrimento desnecessários no método". No comunicado desta sexta, o Departamento de Justiça chamou a análise do governo Biden de "profundamente falha". "Essas medidas são cruciais para deter os crimes mais bárbaros, fazer justiça às vítimas e proporcionar um desfecho há muito esperado aos familiares sobreviventes", diz o comunicado. Na prática, a nova determinação do governo Trump será utilizada como um parâmetro, já que a pena de morte é descentralizada nos EUA, e diferentes métodos são permitidos ou proibidos dependendo do estado. Em 2025, por exemplo, um homem foi executado por fuzilamento na Carolina do Sul, em meio à falta de medicamentos para a aplicação da injeção letal. Em 2024, em um caso inédito, o estado do Alabama começou a aplicar a morte por asfixia como alternativa. Esse método, no entanto, também enfrentou denúncias de sofrimento exagerado e poderia ser comparável à tortura, segundo a ONU.
What's Your Reaction?