Por que Lula não quer que Trump classifique facções como organizações terroristas?
Um dos pontos prioritários é evitar sanções, diz Alckmin sobre conversa entre Lula e Trump O presidente Lula (PT) vai se encontrar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Washington, na quinta-feira (7). O combate ao crime organizado deve estar entre as principais pautas da reunião, segundo o vice-presidente Geraldo Alckmin. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp ▶️ Contexto: Em março, o jornal The New York Times publicou uma reportagem afirmando que o governo dos EUA se preparava para classificar as facções criminosas brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como grupos terroristas. A possibilidade já era ventilada desde 2025, quando o governo Trump iniciou uma ofensiva contra cartéis de drogas latino-americanos. O combate ao tráfico tem sido tratado como assunto de segurança nacional pela Casa Branca, que chegou a reunir líderes da América Latina para discutir o tema. Em outra frente, os EUA atacaram rotas do narcotráfico no Pacífico e no Caribe e capturaram o ditador Nicolás Maduro durante uma operação militar na Venezuela. Ao mesmo tempo, os EUA têm auxiliado países da região no combate ao narcotráfico e participaram de operações no Equador com esse objetivo. Fontes ligadas ao governo Trump que atuam no Brasil afirmam que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, tem defendido que facções brasileiras também sejam classificadas como terroristas, assim como já ocorreu com grupos do México e Venezuela. No início de março, Rubio comunicou ao ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, que Washington planejava incluir as facções brasileiras na lista de grupos terroristas. Em uma ligação, Vieira tentou convencê-lo a não avançar com a proposta. Em abril, no entanto, o New York Times afirmou que a proposta avançava no Departamento de Estado, com pressão de filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre integrantes da Casa Branca.

Um dos pontos prioritários é evitar sanções, diz Alckmin sobre conversa entre Lula e Trump O presidente Lula (PT) vai se encontrar com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Washington, na quinta-feira (7). O combate ao crime organizado deve estar entre as principais pautas da reunião, segundo o vice-presidente Geraldo Alckmin. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp ▶️ Contexto: Em março, o jornal The New York Times publicou uma reportagem afirmando que o governo dos EUA se preparava para classificar as facções criminosas brasileiras Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como grupos terroristas. A possibilidade já era ventilada desde 2025, quando o governo Trump iniciou uma ofensiva contra cartéis de drogas latino-americanos. O combate ao tráfico tem sido tratado como assunto de segurança nacional pela Casa Branca, que chegou a reunir líderes da América Latina para discutir o tema. Em outra frente, os EUA atacaram rotas do narcotráfico no Pacífico e no Caribe e capturaram o ditador Nicolás Maduro durante uma operação militar na Venezuela. Ao mesmo tempo, os EUA têm auxiliado países da região no combate ao narcotráfico e participaram de operações no Equador com esse objetivo. Fontes ligadas ao governo Trump que atuam no Brasil afirmam que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, tem defendido que facções brasileiras também sejam classificadas como terroristas, assim como já ocorreu com grupos do México e Venezuela. No início de março, Rubio comunicou ao ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, que Washington planejava incluir as facções brasileiras na lista de grupos terroristas. Em uma ligação, Vieira tentou convencê-lo a não avançar com a proposta. Em abril, no entanto, o New York Times afirmou que a proposta avançava no Departamento de Estado, com pressão de filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre integrantes da Casa Branca.
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