Portugal prende brasileiros acusados de importar 900 kg de cocaína escondidos em carga de açúcar

Contêineres em porto Samuel Wölfl/Pexels Dois brasileiros foram presos em Portugal sob a acusação de importarem 900 kg de cocaína, proveniente do Brasil, em fevereiro. A droga estava oculta em um carregamento de açúcar que desembarcou no país pelo Porto de Leixões. Marcelo Sousa Costa e Douglas Soriano Júnior foram presos na quinta-feira (23), no dia em que planejavam retornar ao Brasil, segundo a acusação da Procuradoria da República da Comarca de Braga. Eles foram indiciados por tráfico internacional de drogas e associação criminosa. A defesa nega que eles tenham participado dos crimes (veja nota abaixo). Veja os vídeos que estão em alta no g1 Segundo a denúncia, eles se associaram a um cidadão português e mais dois brasileiros em um grupo que usava uma empresa falsa para trazer drogas escondidas em carregamentos de alimentos. A cocaína foi encontrada durante uma vistoria das autoridades portuguesas em fevereiro. Vinte sacos, totalizando 900 kg, estavam escondidos em dez contêineres de açúcar, que seriam descarregados em um depósito pela empresa Hino da Terra, criada a mando de Marcelo Sousa Costa. De acordo com a acusação, Costa era considerado o chefe do grupo, criando empresas, dando ordens sobre as importações e ordenando o pagamento de despesas. Soriano Júnior atuava como seu principal auxiliar, cuidando das finanças da organização. O português seria o responsável por criar as empresas falsas para viabilizar a entrada da droga. Os outros dois brasileiros davam suporte às atividades do grupo e intermediaram o contato entre o português e Marcelo Sousa Costa. O que diz a defesa dos brasileiros Em nota, a defesa dos brasileiros disse que “o processo está em segredo de justiça”, mas afirmou que entrará “com pedido de alteração de medida de coação se o caso interpor recurso ao Tribunal da Relação”. “Além disso, importante ressaltar que ambos os empresários são presumidos inocentes até que o processo transite em julgado (não tendo qualquer conexão com a droga apreendida), sendo que ainda está em fase de investigação sem uma conclusão policial”, diz a nota assinada pelo advogado Eduardo Maurício.

abril 25, 2026 - 17:30
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Portugal prende brasileiros acusados de importar 900 kg de cocaína escondidos em carga de açúcar

Contêineres em porto Samuel Wölfl/Pexels Dois brasileiros foram presos em Portugal sob a acusação de importarem 900 kg de cocaína, proveniente do Brasil, em fevereiro. A droga estava oculta em um carregamento de açúcar que desembarcou no país pelo Porto de Leixões. Marcelo Sousa Costa e Douglas Soriano Júnior foram presos na quinta-feira (23), no dia em que planejavam retornar ao Brasil, segundo a acusação da Procuradoria da República da Comarca de Braga. Eles foram indiciados por tráfico internacional de drogas e associação criminosa. A defesa nega que eles tenham participado dos crimes (veja nota abaixo). Veja os vídeos que estão em alta no g1 Segundo a denúncia, eles se associaram a um cidadão português e mais dois brasileiros em um grupo que usava uma empresa falsa para trazer drogas escondidas em carregamentos de alimentos. A cocaína foi encontrada durante uma vistoria das autoridades portuguesas em fevereiro. Vinte sacos, totalizando 900 kg, estavam escondidos em dez contêineres de açúcar, que seriam descarregados em um depósito pela empresa Hino da Terra, criada a mando de Marcelo Sousa Costa. De acordo com a acusação, Costa era considerado o chefe do grupo, criando empresas, dando ordens sobre as importações e ordenando o pagamento de despesas. Soriano Júnior atuava como seu principal auxiliar, cuidando das finanças da organização. O português seria o responsável por criar as empresas falsas para viabilizar a entrada da droga. Os outros dois brasileiros davam suporte às atividades do grupo e intermediaram o contato entre o português e Marcelo Sousa Costa. O que diz a defesa dos brasileiros Em nota, a defesa dos brasileiros disse que “o processo está em segredo de justiça”, mas afirmou que entrará “com pedido de alteração de medida de coação se o caso interpor recurso ao Tribunal da Relação”. “Além disso, importante ressaltar que ambos os empresários são presumidos inocentes até que o processo transite em julgado (não tendo qualquer conexão com a droga apreendida), sendo que ainda está em fase de investigação sem uma conclusão policial”, diz a nota assinada pelo advogado Eduardo Maurício.

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