Republicanos se juntam aos democratas e pedem a cabeça de Kristi Noem, a 'Barbie do ICE'
Kristi Noem, chefe do Departamento de Segurança Interna dos EUa g1 Donald Trump tornou-se popular demitindo pessoas no reality show “O aprendiz”, mas como presidente dos EUA, ele evita dispensar seus funcionários, ainda que cometam erros e o irritem. É o caso da secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, que conduz a errática política anti-imigração do governo e apressou-se a tachar como terrorista doméstico o enfermeiro Alex Pretti, assassinado brutalmente em Minneapolis com dez tiros por agentes federais. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Ao apresentar sua fantasiosa versão para a execução, Noem deflagrou uma onda bipartidária de apelos para que renunciasse ao cargo, sob a ameaça de sofrer um impeachment. Trump resistiu e pareceu apoiar a secretária, mas deixou claro o descontentamento: mandou o czar da fronteira, Tom Homan, para Minnesota, no lugar de Gregory Bovino, alinhado a Noem e responsável pela truculência na resposta aos protestos em Minneapolis. Apelidada pelos críticos de Barbie do ICE, ela sai queimada e humilhada pela crise em Minneapolis, mas, por enquanto, permanece no cargo. O presidente aprecia a lealdade de seus assessores, e Noem atua para parecer mais realista do que o chefe. Quando a primeira leva de imigrantes foi deportada para El Salvador, a secretária correu para lá e posou diante dos presos no Cecot, a megaprisão de segurança construída pelo presidente Nayib Bukele.

Kristi Noem, chefe do Departamento de Segurança Interna dos EUa g1 Donald Trump tornou-se popular demitindo pessoas no reality show “O aprendiz”, mas como presidente dos EUA, ele evita dispensar seus funcionários, ainda que cometam erros e o irritem. É o caso da secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, que conduz a errática política anti-imigração do governo e apressou-se a tachar como terrorista doméstico o enfermeiro Alex Pretti, assassinado brutalmente em Minneapolis com dez tiros por agentes federais. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Ao apresentar sua fantasiosa versão para a execução, Noem deflagrou uma onda bipartidária de apelos para que renunciasse ao cargo, sob a ameaça de sofrer um impeachment. Trump resistiu e pareceu apoiar a secretária, mas deixou claro o descontentamento: mandou o czar da fronteira, Tom Homan, para Minnesota, no lugar de Gregory Bovino, alinhado a Noem e responsável pela truculência na resposta aos protestos em Minneapolis. Apelidada pelos críticos de Barbie do ICE, ela sai queimada e humilhada pela crise em Minneapolis, mas, por enquanto, permanece no cargo. O presidente aprecia a lealdade de seus assessores, e Noem atua para parecer mais realista do que o chefe. Quando a primeira leva de imigrantes foi deportada para El Salvador, a secretária correu para lá e posou diante dos presos no Cecot, a megaprisão de segurança construída pelo presidente Nayib Bukele.
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