Caso Epstein: Departamento de Justiça dos EUA divulga mais 3 milhões de arquivos e diz que não protegeu Trump

"Arquivos vão ajudar a me curar", diz brasileira vítima de Epstein O Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou, nesta sexta-feira (30), mais de 3 milhões de páginas dos arquivos do caso do empresário Jeffrey Epstein. Segundo o vice-procurador-geral , Todd Blanche, a nova leva inclui mais de 2 mil vídeos e 180 mil imagens, que têm "grandes quantidades de pornografia comercial". Questionado por jornalistas sobre uma possível interferência do presidente Donald Trump, ele afirmou que a Casa Branca não participou da revisão dos arquivos. "Não protegemos Trump na divulgação dos arquivos", garantiu. Blanche também anunciou que a liberação das novas evidências marca o fim do processo de revisão realizado pelo departamento: “A divulgação de hoje marca o fim de um processo muito abrangente de identificação e revisão de documentos para garantir transparência ao povo americano e conformidade com a lei”. O vice-procurador-geral dos EUA, Todd Blanche REUTERS/Elizabeth Frantz No começo do mês, em documento judicial apresentado à Justiça, o Departamento de Justiça admitiu que divulgou apenas 1% dos arquivos relacionados ao caso que tinha em seu poder. A divulgação dos arquivos da investigação começou em dezembro. O departamento tinha até o dia 19 do mês para publicá-los em sua totalidade, de acordo com a Lei de Transparência dos Arquivos Epstein, sancionada pelo presidente Donald Trump, porém o prazo não foi respeitado. No dia 23, o governo dos EUA liberou mais de 30 mil documentos dos arquivos de Epstein, deixando claro a proximidade dele com políticos e famosos. Uma vítima brasileira estava citada. No dia 24 de dezembro, o departamento comunicou que iria demorar "algumas semanas" para liberar o resto dos milhares de documentos. Jeffrey Epstein foi condenado por abusar de menores e operar uma rede de exploração sexual.

Jan 30, 2026 - 15:00
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Caso Epstein: Departamento de Justiça dos EUA divulga mais 3 milhões de arquivos e diz que não protegeu Trump

"Arquivos vão ajudar a me curar", diz brasileira vítima de Epstein O Departamento de Justiça dos Estados Unidos divulgou, nesta sexta-feira (30), mais de 3 milhões de páginas dos arquivos do caso do empresário Jeffrey Epstein. Segundo o vice-procurador-geral , Todd Blanche, a nova leva inclui mais de 2 mil vídeos e 180 mil imagens, que têm "grandes quantidades de pornografia comercial". Questionado por jornalistas sobre uma possível interferência do presidente Donald Trump, ele afirmou que a Casa Branca não participou da revisão dos arquivos. "Não protegemos Trump na divulgação dos arquivos", garantiu. Blanche também anunciou que a liberação das novas evidências marca o fim do processo de revisão realizado pelo departamento: “A divulgação de hoje marca o fim de um processo muito abrangente de identificação e revisão de documentos para garantir transparência ao povo americano e conformidade com a lei”. O vice-procurador-geral dos EUA, Todd Blanche REUTERS/Elizabeth Frantz No começo do mês, em documento judicial apresentado à Justiça, o Departamento de Justiça admitiu que divulgou apenas 1% dos arquivos relacionados ao caso que tinha em seu poder. A divulgação dos arquivos da investigação começou em dezembro. O departamento tinha até o dia 19 do mês para publicá-los em sua totalidade, de acordo com a Lei de Transparência dos Arquivos Epstein, sancionada pelo presidente Donald Trump, porém o prazo não foi respeitado. No dia 23, o governo dos EUA liberou mais de 30 mil documentos dos arquivos de Epstein, deixando claro a proximidade dele com políticos e famosos. Uma vítima brasileira estava citada. No dia 24 de dezembro, o departamento comunicou que iria demorar "algumas semanas" para liberar o resto dos milhares de documentos. Jeffrey Epstein foi condenado por abusar de menores e operar uma rede de exploração sexual.

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